II Conferência Nacional do Trabalho
Desafios do Mercado de Trabalho
A II Conferência Nacional do Trabalho, realizada em Belo Horizonte, capital de Minas gerais, reuniu governo, trabalhadores e empregadores para debater os desafios do mercado de trabalho e propor ações voltadas à promoção do trabalho decente e elaborar propostas que serão encaminhadas à etapa nacional, prevista para março de 2026, em São Paulo.
Luiz Marinho abriu a Conferência
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, abriu a etapa estadual mineira da II Conferência Nacional do Trabalho, que é um espaço tripartite, paritário e democrático, coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que busca construir, coletivamente, diretrizes para promover o trabalho decente e fortalecer o diálogo social em todo o país.
PDF do Diagnóstico
O Diagnóstico do Trabalho Decente em Minas Gerais aponta avanços relevantes nos indicadores do mercado de trabalho.
O estado registra taxa de desocupação de 4%, uma das mais baixas do país, e nível de formalização de 63,5% dos trabalhadores ocupados. O rendimento médio é de R$ 3.211, equivalente a 2,1 salários-mínimos, e 68,5% dos trabalhadores contribuem para a Previdência Social.
Apesar dos bons resultados, persistem desafios relacionados à desigualdade de gênero e etnia, à inserção de jovens e pessoas com deficiência e à eliminação do trabalho infantil e forçado.
Clique aqui para fazer o download do Diagnóstico da Situação do Trabalho Decente em Minas Gerais, em PDF.
Calazans enaltece Minas Gerais
Para o superintendente regional do Trabalho em Minas Gerais, Carlos Calazans, a conferência representa um momento estratégico de escuta e construção coletiva.
“Minas Gerais tem indicadores positivos de emprego e formalização, mas ainda há desafios importantes a enfrentar. A II Conferência é uma oportunidade para ampliar o diálogo social e transformar os avanços em políticas públicas que promovam um trabalho mais digno, seguro e inclusivo”, destacou.
Valorizar o trabalho das mulheres
O presidente do SITRAMONTI-MG, José Gerado Domingues, falou durante o evento e ressaltou a importância das plenárias e discussões ambientais, a qualificação profissional, a valorização do trabalhador e das mulheres, em especial, citando a diretora administrativa da entidade, Liliane caldeira, também presente ao evento, e que tem carta branca para negociar pautas favoráveis às trabalhadoras da montagem industrial em Minas Gerais.
Renovar e adequar EPI´s
José Geraldo também apontou a necessidade de renovar e adequar os equipamentos de segurança do trabalho nas empresas de montagens, mineradoras e siderurgias, levando-se em consideração que as condições ambientais hoje são bem diferentes de há algumas décadas, principalmente pelo calor extenuante que vigora em algumas regiões brasileiras pelas mudanças climáticas.
Vídeo
Confira o vídeo com as considerações do presidente do SITRAMONTI-MG.






