| ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Janeiro de 2011 | ||||
Força Sindical chama de 'nefasta' proposta de trocar correção do Imposto de Renda por salário mínimo de R$545 e insiste em valor de R$580,00
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A proposta foi discutida nesta segunda (24) pela presidente Dilma Rousseff (PT) e o ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, interlocutor entre os movimentos sindicais e o Palácio do Planalto. Nesta quarta-feira (26), Carvalho deve apresentar a proposta às centrais sindicais. Em nota divulgada nesta segunda (24), porém, a Força Sindical diz que irá insistir em suas três propostas: reajuste de R$ 580 para o salário mínimo, correção de tabela do Imposto de Renda em 6,5% e reajuste de 10% para os aposentados e pensionistas que ganham valores acima do piso nacional. “Entendemos que elas (as propostas) são essenciais para ajudar o país a crescer, distribuir renda e erradicar a miséria”, diz a nota assinada pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). Na quarta (26), Gilberto Carvalho vai receber os representantes das seis centrais sindicais no Palácio do Planalto, quando será aberta oficialmente a negociação do Governo Dilma com representantes dos trabalhadores sobre o valor do salário mínimo para este ano. “A Força Sindical não aceitará a nefasta proposta de trocar o reajuste do salário mínimo pela correção da tabela do Imposto de Renda. Reafirmamos nossa proposta de R$ 580 para o salário mínimo, correção de tabela do imposto de renda em 6,5% e reajuste de 10% para os aposentados e pensionistas que ganham valores acima do piso nacional”, frisou o parlamentar. Na reunião que terá nesta quarta (26) com as centrais sindicais, Gilberto Carvalho deve explicar que o salário mínimo na faixa de R$ 580 terá um impacto alto nas contas do governo, especialmente nos custos da previdência social. Informará, também, que aumentar em 6,5% a tabela do Imposto de Renda reduziria a base de contribuintes, retirando do governo os recursos para fazer face ao aumento de despesas gerado pelo mínimo pretendido pelas centrais. Os sindicatos estão sendo orientados a provocar uma enxurrada de ações na Justiça a partir desta terça (25) para garantir a correção da tabela do Imposto de Renda. Na semana passada, o presidente da Força Sindical e também líder do PDT na Câmara afirmou que as centrais vão pedir a correção da tabela pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). “Demos o prazo até segunda-feira (24). Se não houver negociação, nós entraremos com uma enxurrada de ações em todos os tribunais regionais federais. Entendemos que isso (a não correção) é um confisco do salário dos trabalhadores”, disse Paulinho. O deputado lembrou que durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) as centrais conseguiram vitória na Justiça em alguns casos. A reunião marcada para quarta-feira (26), no Palácio do Planalto, tem o objetivo de minimizar a tensão entre as centrais sindicais e o governo. O descontentamento com relação à insistência do Governo federal em fechar o valor de R$ 545 para o salário mínimo tem sido manifestado também por dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) que mantém uma aliança histórica com o PT. “Com Lula, questões sobre a tabela do Imposto de Renda e aumento do salário mínimo sempre foram tratadas com as centrais. E estamos sabendo pelos jornais o que está acontecendo. Queremos manter a interlocução que tínhamos no Governo Lula, e não que esse processo seja interrompido”, declarou o presidente nacional da CUT, Artur Henrique. “O que nos preocupa é que não estamos conseguindo falar com a presidente. Parece que a equipe econômica tem influenciado muito no governo, sem discussões. O começo de um governo tem que ter certos cuidados. É quando você mostra a sua marca. O Lula se aproximou, foi muito sensível, e conseguiu fazer um bom governo. A Dilma tem essa sensibilidade, mas a impressão é que ela está cercada. Queremos furar esse bloqueio”, diz o metalúrgico Miguel Torres, vice-presidente da Força Sindical. Fonte: Jornal Hoje em Dia, online |
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ATENÇÃO TRABALHADOR: NÃO ARRISQUE A VIDA! Com a mudança do tempo para chuvas com raios, o Companheiro que trabalha perto ou em linhas de eletricidade, ou em alturas, deve ficar atento e redobrar os cuidados com a segurança. |
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